Sobre «o relatório da OCDE» (4)

Sintetizando, o estudo, feito por pessoas pertencentes à OCDE (ainda que independentemente da organização) e um indivíduo cujo actual cargo é dependente do Ministério da Educação, teve dois passos: a análise de dados fornecidos pelo ministério e a audição de pessoas ligadas à implementação das medidas educativas deste Governo. Quanto ao primeiro passo nada mais a dizer. Quanto ao segundo, teve pessoal de 14 estruturas envolvido: do Governo, dos serviços centrais, dos serviços regionais (Direcções Regionais de Educação), a Inspecção Geral da Educação, peritos (Isabel Alçada, João Formosinho da UMinho, Lucília Salgado da Escola Superior de Educação de Coimbra e Rosa Martins da RBE), coordenadores de programas de formação de professores, associações profissionais de professores (ler ponto 2 desta sequência de posts), coordenadores de escolas do 1º ciclo, a CONFAP, o Conselho das Escolas, políticos de sete autarquias, o Conselho Nacional de Educação e Sindicatos (FNE e Fenprof).

Repito que o todo me parece claramente favorável a este Governo e às suas medidas. Outros intervenientes importantes deveriam ter sido ausculados – a outra confederação de associações de pais, que representa quase metade dessas associações e as associações de professores de Língua Portuguesa e Matemática. A escolha de autarcas dá, toda ela, para um estudo de caso.

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